Fagulha qualquer
É suficiente...
Quente, acende
Chama!
Mas para que mantenha
A chama, a cama, a mesa
Precisa muita lenha
E tamanha destreza.
Quem me dera fosse
Lenha, carvão, gasolina
Combustível para o fogo
Além de estopim.
Inicia e afasta
Não assopra
Nem sustenta
Abandona, apenas...
E apaga.
Voa em meio a novos ares, em busca do horizonte, deixando palavras pelo caminho...
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Muda-se!
Pequeninas novidades
Têm o poder de desencadear
Grandiosos acontecimentos...
Ou, quem sabe,
Apenas um frescor diferente.
Se não for melhor,
Certamente será outro.
Talvez nem se compare.
O problema da mudança
É só, e fatal se for,
O medo, a insegurança.
Que acostuma, habitua,
Paralisa, conforma.
Há de se entregar!
Arriscar novos passos,
Novos calçados,
Novos caminhos, até.
Que o horizonte há de esperar,
Sem impor a estrada a tomar.
Têm o poder de desencadear
Grandiosos acontecimentos...
Ou, quem sabe,
Apenas um frescor diferente.
Se não for melhor,
Certamente será outro.
Talvez nem se compare.
O problema da mudança
É só, e fatal se for,
O medo, a insegurança.
Que acostuma, habitua,
Paralisa, conforma.
Há de se entregar!
Arriscar novos passos,
Novos calçados,
Novos caminhos, até.
Que o horizonte há de esperar,
Sem impor a estrada a tomar.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Desafio lançado
Novas formas
De viver, sentir, sonhar
É o que se diz: Recomeçar.
Promessas,
Previsões,
Feitiços,
Nada disso.
O que se pode fazer
É reinventar!
Abrir champagnes, e portas!
Abraçar amigos, e oportunidades.
Acender velas, e o amor...
Alimentar o corpo, e o espírito.
Ao que vai: muito obrigado.
Ao que vem... surpreenda!
De viver, sentir, sonhar
É o que se diz: Recomeçar.
Promessas,
Previsões,
Feitiços,
Nada disso.
O que se pode fazer
É reinventar!
Abrir champagnes, e portas!
Abraçar amigos, e oportunidades.
Acender velas, e o amor...
Alimentar o corpo, e o espírito.
Ao que vai: muito obrigado.
Ao que vem... surpreenda!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Lista de presentes
Este ano, eu quero...
Todo amor correspondido.
Todo sonho realizado.
Todo final feliz.
Todo começo inesperado.
Todo sonho realizado.
Todo final feliz.
Todo começo inesperado.
Nenhum motivo para chorar.
Nenhuma razão para desistir.
Nenhum arrependimento para contar.
Nenhuma regra para seguir.
Qualquer abraço sincero.
Qualquer sorriso aberto.
Qualquer carinho generoso.
Qualquer cheirinho gostoso.
E é só!
PS: Fui uma boa menina.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Tanto quanto você
É assim:
Incompleto,
Inconstante,
Insubstituível...
Vir a ser:
Amor,
Amizade,
Paixão
... ou o quê?
Quero você.
Só não basta... querer.
Incompleto,
Inconstante,
Insubstituível...
Vir a ser:
Amor,
Amizade,
Paixão
... ou o quê?
Quero você.
Só não basta... querer.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Sem respostas
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Digo e repito
domingo, 13 de novembro de 2011
Estudiosa mania de poesia
Adiciona,
Multiplica,
Implica,
E complica
Às vezes...
Fato é que
Estudar pode ser bom...
Mas sem dúvida
É o único caminho possível.
Entrego-me aos livros,
Delicio-me
Ou não... Suporto.
Variáveis sensações,
Como tudo na vida.
Bom humor ajuda.
Por isso, a rima desencontrada,
A imagem entusiasmada,
Entre tantos conceitos,
Teorias e desconhecidos adoráveis.
Multiplica,
Implica,
E complica
Às vezes...
Fato é que
Estudar pode ser bom...
Mas sem dúvida
É o único caminho possível.
Entrego-me aos livros,
Delicio-me
Ou não... Suporto.
Variáveis sensações,
Como tudo na vida.
Bom humor ajuda.
Por isso, a rima desencontrada,
A imagem entusiasmada,
Entre tantos conceitos,
Teorias e desconhecidos adoráveis.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Atravessando o deserto
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Criancice
Sua pequenez
É dos maiores atributos!
Que assim vê tudo maior, melhor,
Mais importante e imponente...
Sua inocência
É das mais bonitas qualidades!
Com ela, seu coração
Crédulo, sensível e puro
Consegue captar melhor o mundo.
Sua sinceridade
É de uma nobreza incomparável!
Tanto quanto goste ou concorde
Assim será sua atitude.
Não se engana uma criança...
Celebrar o seu dia
Me faz lembrar o que fui (e sou):
Pequenez, inocência e sinceridade,
Ai que saudade!

É dos maiores atributos!
Que assim vê tudo maior, melhor,
Mais importante e imponente...
Sua inocência
É das mais bonitas qualidades!
Com ela, seu coração
Crédulo, sensível e puro
Consegue captar melhor o mundo.
Sua sinceridade
É de uma nobreza incomparável!
Tanto quanto goste ou concorde
Assim será sua atitude.
Não se engana uma criança...
Celebrar o seu dia
Me faz lembrar o que fui (e sou):
Pequenez, inocência e sinceridade,
Ai que saudade!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Feliz mais um ano de vida!
Vinte e seis...
Primaveras floridas
Verões quentes
Invernos aconchegantes
Outonos reflexivos
Natais em família
Reveillons de promessas
Carnavais festivos
Páscoas achocolatadas
Férias de julho
E novembro, dezembro, janeiro
Feriados de abril, maio, junho,
E setembro, outubro, novembro!
Incontáveis...
Sorrisos abertos
Abraços amorosos
Conselhos sinceros
Olhares cuidadosos
Alegrias genuínas
Tristezas profundas
Lágrimas derramadas
Experiências únicas
Importantes...
Amigos queridos
Amores vividos
Saudades sofridas
Curadas feridas
(Ir)Relevantes...
Cabelinhos brancos
Quilinhos a mais
Marquinhas ali e acolá
Velinhas a soprar!
Me resta celebrar
Cada minuto a mais a viver!
E viver... viver... VIVER!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Arte-terapia
Autora da minha vidaNão ousaria ser...
Mas artista!
Que canta, dança,
Emociona, ama,
Interpreta, rima
E pinta!
Com cores suaves...
Desenho um passado distante.
Que quase não marca
Ou mancha.
Com cores alegres,
Imagino o presente:
Laranja, rosa, vermelho e verde.
Flores, amores, paixão e esperança.
Cores novas para o futuro!
Dourado e prata... as bodas.
Preto, da elegância.
Branco, para o eterno recomeço.
A tela quem traz não sou eu.
Que a vida é dádiva entregue em nossa mão,
Nos resta o pincel e a emoção.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Presente de poeta
Reflexo
O oxigênio alimenta a vida.
A flor, para mostrar suas pétalas,
Precisa do sol...
E na terra suas raízes são fincadas.
Como filho suga a vida
No seio da mãe.
Como uma nova cor
Se faz da mistura.
Como céu azul
Mostra as estrelas.
O homem que há em mim
Se anuncia
Por efeito claro, absoluto e definitivo
Pela mulher que há em ti.
Julio Cezar Hubach, me entregou hoje.
E respondo-lhe:
Dois lados
Melhor que inspirar-me
É ser musa
Da tua inspiração.
Se cantar e rimar
Meu amor por você
Já me traz imenso
Prazer...
Sentir-me em
Tão lindos
Pensamentos
E sentimentos...
Deleite.
Reconheço-o,
Meu semelhante:
Poeta, romântico,
Amigo, amante.
O oxigênio alimenta a vida.
A flor, para mostrar suas pétalas,
Precisa do sol...
E na terra suas raízes são fincadas.
Como filho suga a vida
No seio da mãe.
Como uma nova cor
Se faz da mistura.
Como céu azul
Mostra as estrelas.
O homem que há em mim
Se anuncia
Por efeito claro, absoluto e definitivo
Pela mulher que há em ti.
Julio Cezar Hubach, me entregou hoje.
E respondo-lhe:
Dois lados
Melhor que inspirar-me
É ser musa
Da tua inspiração.
Se cantar e rimar
Meu amor por você
Já me traz imenso
Prazer...
Sentir-me em
Tão lindos
Pensamentos
E sentimentos...
Deleite.
Reconheço-o,
Meu semelhante:
Poeta, romântico,
Amigo, amante.
domingo, 11 de setembro de 2011
Indescritível
Às vezes...
Simplesmente
Faltam palavras.
Sobram gestos,
Suspiros
Olhares,
Silêncios.
E o amor,
Esse não tem medida.
Simplesmente
Faltam palavras.
Sobram gestos,
Suspiros
Olhares,
Silêncios.
E o amor,
Esse não tem medida.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Cultivar
Mais uma de amor
Falar de amorPrecisa inspirar
Expirar, respirar...
Mas já usei essa metáfora.
Palavras de amor
São perfumes, doces,
Flores, sabores...
E ainda as cores!
Sentir o amor
Na pele arrepia,
No peito taquicardia,
Na alma euforia.
Romance é música
Poesia, conto de fadas,
Mitologia, ficção...
Mas que real seja! Amor...
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Casalzinho
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Motiva Ação!
Ainda que a chuva insista
E a estrada não acabe mais.
Que tenha obstáculos:
Pontes estreitas, vales íngrimes
Armadilhas escondidas...
Ande.
Se o coração despedaçou
Outra vez
A vida frustrou
Iludiu e decepcionou...
Ame.
A voz pode embargar e engasgar
E a palavra lhe faltar.
Mas para espantar todos os males:
Cante!
Não poupe o mundo
De receber seu melhor:
Independente das circunstâncias,
Um passo a frente!
E a estrada não acabe mais.
Que tenha obstáculos:
Pontes estreitas, vales íngrimes
Armadilhas escondidas...
Ande.
Se o coração despedaçou
Outra vez
A vida frustrou
Iludiu e decepcionou...
Ame.
A voz pode embargar e engasgar
E a palavra lhe faltar.
Mas para espantar todos os males:
Cante!
Não poupe o mundo
De receber seu melhor:
Independente das circunstâncias,
Um passo a frente!
sábado, 30 de julho de 2011
Para se deliciar
Tem dias que são de se inspirar:
Qualquer coisa serve para emocionar!
Se a chuva cair, basta molhar...
A terra, a folha, o rosto, sei lá!
Se o sol aparecer, basta brilhar!
Iluminar, aquecer e pôr-se a deitar.
Se a brisa soprar, apenas soprar
E os cabelos agitar, a pele arrepiar... bastará.
Se o passarinho voar, cantar e ainda pousar,
Pertinho aqui da janela e ficar...
Nada mais irá impressionar!
É que inspiração na verdade está
No seu jeito particular de experimentar
A vida, as coisas, as pessoas, ser ou estar.
Expire, inspire
O ar, o olhar.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Princesa angustiada
Escolha realNa dúvida... não!
Será?
Parei na pergunta,
Porque há de se escolher,
E quão difícil é preferir,
Preterir, pretender.
Sapo encantando,
Príncipe enrolado...
Não há nada de certo, errado.
Bom ou mau...
Felizardo!?
Entre amor e carinho
Fico com o respeito.
Entre paixão e calor,
Coração acelerado no peito.
Perna bambeando ou mão suada?
Boca molhada.
Quem me faz bem
E traz felicidade?
Que importa outra coisa além?
Nada, nada.
Não há mais dúvida.
Fui escolhida, tomada,
Desenhada...
Para seu conto de fadas.
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